quarta-feira, 24 de março de 2010

Arraste-me para o inferno.....



Amas. Nunca duvidei que me amasses, mas o medo que sinto em te perder, necessita que me mostres a todos os instantes esse teu sentimento tão puro.

Mostrar que se ama ou se é no momento certo, ou mais tarde pode já não não interessar - poderá ser tarde demais. Se estás comigo, que seja para sempre - quero-te que te entregues a mim, que estejas sempre a meu lado, pois juntos, dividiremos e conseguiremos superar as adversidades da vida.

Sinto-me triste? Se estás comigo, pelo menos nos momentos em que estamos juntos, faz-me esquecer o que está doendo no meu coração. Talvez não haja solução para a dor que sinto, mas também de nada vale dizeres que me irás ajudar no que for possível - para quem ama, o impossível é pouco; vale a intenção do teu esforço e jamais me esquecerei que um dia foste tu que tentas-te reanimar-me.


Beija-me... corre para os meus braços e beija-me loucamente. Achas que precisas pedir permissão? Arrasta-me contigo para os teus lençóis, e viraremos um só. Encanta o meu meu dia, ama-me, "devora-me" e eleva-me aos céus, que mais tarde repousaremos nas chamas do amor.


Não me digas simplesmente da tua boca "Eu Te Amo"... O amor não se mostra com palavras. Mostra-me toda a tua capacidade de me amares. E nesses momentos realmente sentirei que me amas de verdade.

Quanto a mim, podes pensar que estou a ser demasiado egoísta, em pedir isto tudo para mim, e não te retribuir com nada. Sei qual foi a chance que me deste para te fazer realmente feliz; Não a desperdicei, e agora, não te mostro por meras palavras o quanto te amo. Todos os gestos, os carinhos, ou até mesmo as atitudes mais inesperadas, são a forma mais pura de demonstrar que afinal: EU TE AMO!!!

terça-feira, 23 de março de 2010

Irresoluto com a viagem a Lloret Del Mar!



Irresoluto, apenas quando faltas 3 dias, apenas 3 dias, é como me sinto com a minha ida para Lloret Del Mar. Sei, e até me sinto constrangido, por não me poder considerar uma pessoa entusiasmada com mais uma aventura.

Será uma semana agradável, irei estar sem ninguém para me dizer o que tenho ou não que fazer. Seremos vários milhares de estudantes juntos na mesma cidade, curtindo ao mesmo tempo a mesma música pelas várias discotecas que a cidade nos oferece. Contudo, existe sempre um "mas". Existe quem nunca soube comportar-se de maneira civilizada e isso mais uma vez, é-me constrangedor. Sempre tentei saber "ocupar" o meu lugar, sempre gostei que olhassem para mim como alguém que se está a divertir mas que não incomoda ninguém, não perturba quem se quer divertir, e não como um vagabundo ou mal criado - seja em Lloret como em qualquer lugar publico que vá, sempre gostei de mostrar respeito por quem compartilha o mesmo espaço que eu.

Infelizmente sinto-me envergonhado e por vezes com um certo receio que me olhem com maus olhos por coisas que não cometi, mas porque com quem acompanho extravaza um pouco.... realmente é algo que me incomoda.

Há quem nunca soube o que é ir a uma discoteca, estar sozinho por vários dias sem os pais a chatearem, apenas fazem tudo o que lhes dá na gana... por vezes, há quem nunca soube o que é sair a noite, e aí a que está alguns dos perigos. Uns pela inocência, outros pela malvadeza que se aproveitam dos inocentes, o ambiente pode-se tornar insuportável... Não medem os limites....

Mas este, é dos males todos, o que menos me preocupa. Mas esses não irei revelá-los aqui.... pelo menos por enquanto - talvez quando regressar de Espanha, volte a falar sobre o que vi e vivi por lá.

quarta-feira, 17 de março de 2010

[Anedota] Diferentes pontos de vista.........


Num banquete estava um padre católico sentado ao lado de um rabi judeu.

O padre, querendo gozar o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece ao 'colega'.

O rabi recusa, dizendo:

- Muito obrigado, mas...não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?

- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia!
- Comenta o padre com ironia.

À hora da despedida, o rabi chega e diz ao padre:

- As minhas recomendações à sua esposa!

E disse o padre, horrorizado:

- Minha esposa? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?

- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia!!!....
mas se você prefere leitão...!!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Um sentimento verdadeiro.... :D


Todo os dias deveriam ser levados como momentos inesquecíveis. E porquê não? Até os piores dias que passamos nos fazem crescer mais um pouco como pessoas. Ganhamos maturidade, aprendemos a corrigir os nossos erros podendo fazer uma introspecção a nós mesmos do que erramos, como erramos, porquê que erramos e o mais importante, é conseguir descobrir a forma de não voltarmos a errar.

Hoje tive um desses dias "inesquecíveis". Eram 14:20h da tarde quando eu acompanho a minha amada a um restaurante para almoçar. Na televisão, naqueles programas onde são chamadas pessoas a dar o seu testemunho sobre algo que se passou na sua vida, estavam a falar da morte da pessoas com quem construímos uma vida/ou está em fase de se construir. Ao ver esse testemunho, lembrei-me de perguntar a minha amada se eu morre-se o que ela fazia. Perguntei-lhe ainda se não me iria esquecer rapidamente após a minha partida.

Muito espantada com a minha pergunta, contrapôs a minha segunda pergunta ao dizer que um amor como o que a gente sente não se esquece do nada, que iria sofrer muito.Não posso negar que adorei a sua resposta. Gostei de saber que mesmo eu partindo, não tinha sido um mero namorado.

Eu, embalado na conversa, respondi a minha própria pergunta, que antes lhe tinha posto. "Eu durante muito, mas muito tempo mesmo, não teria coragem, nem queria ter alguém na minha vida. Eu amo-te e és tu que estás no meu coração."; parei para pensar no que diria a seguir, e continuei: "Se te perdesse neste momento, pediria à tua mãe se me dava a aliança que te dei.
Essa recordação era a única que pediria, ou até a comprava se fosse preciso, aos teus pais". Vi nesse momento algo que mexeu dentro dela, mas continuei: "Ficava com ela, e pendurava-a ao meu pescoço para sempre. Ninguém me obrigaria a tira-la de mim, nem uma futura mulher. Seria uma recordação tua que jamais a perderia para quem quer se seja".

Nesse mesmo instante vejo as suas lágrimas a cair pelo seu rosto de tão emocionada que estava. Pôs a mão no meu rosto e deu-me um beijo. Secou os olhos e disse "amo-te". Foi apenas mais um de muitos momentos que deu para sentir, o quanto nós nos gostamos, o quanto nós queremos estar juntos, o quanto nós somos importante um para o outro...

Foi tudo maravilhoso. Mesmo o assunto inicial não ser o mais agradável, desenrolou-se de tal forma, que o que sentimos naquele momento foi indescritível...... apenas sentido...

(Ups.... agora tenho uma lágrima no canto do olho :D)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Duas caras!!!!






Quem mostra a outra face é um cão cobarde!

By: Anton Szandor LaVey, in Bíblia Satânica

Friedrich Nietzsche - Reflexão do escritor

«Dar estilo» ao seu carácter... é uma arte deveras considerável que raramente se encontra! Para a exercer é necessário que o nosso olhar possa abranger tudo o que há de forças e de fraquezas na nossa natureza, e que as adaptemos em seguida a um plano concebido com gosto, até que cada uma apareça na sua razão e na sua beleza e que as próprias fraquezas seduzam os olhos.
(...)
Serão as naturezas fortes e dominadoras que apreciarão as alegrias mais subtis nesta opressão, nesta escravatura, nesta perfeição ditadas pela lei pessoal(...) Pelo contrário, os carácteres fracos, aqueles que não se dominam, odeiam a servidão do estilo: sentem que se tornariam inevitavelmente vulgares se esta amarga opressão lhes fosse imposta: não saberiam servir sem se tornar escravos, por isso detestam fazê-lo.


Friedrich Nietzsche in Gaia Ciência

domingo, 7 de março de 2010

Homem - o escravo de Deus



Eu mergulhei o meu dedo indicador no sangue húmido do seu impotente e louco redentor e escrevi na borda da sua coroa de espinhos: O verdadeiro príncipe do mal - o rei dos escravos!

By: Anton Szandor LaVey, in Bíblia Satânica

terça-feira, 2 de março de 2010

Escrevo... Porquê escrevo?


Há dias que nem devíamos sair de casa, não ver ninguém, e muito menos falar com quem quer que seja. Hoje não acordei para viver o dia que me esperava. Só estaria bem deitado no meu canto, sem ninguém para me perturbar nem encher-me a cabeça com conversa parvas.

"Tens um blog?" - Pergunta-me um amigo.
"Tenho". Foi um "tenho" bastante deprimente, um tenho de ter mas não querer por vezes te-lo (confuso? esqueçam... hoje não estou mesmo bem).
"E então para que queres o blog? Falas do quê lá? Sabes ao menos escrever?".
Não soube o que lhe responder. Apenas pensava para mim: "Escrevo o que sei e como sei".

Mais tarde, entro no msn, e apressado aparece logo uma mensagem em linha. Era esse meu amigo. Nem um "oi", nem um "como estás", nada, apenas isto: "Estive a ver o teu blog. Para que queres um blog se quase ninguém o visita?"

Pelo ponto de vista de certas pessoas, os blogs só devem ser escritos para serem lidos por outras pessoas, para terem adeptos. Eu mesmo comecei a ter esse pensamento quando li isso dele. Senti-me ainda mais em baixo, senti-me sem vocação para nada, apenas para estar longe de todos e reservar-me no meu cantinho sem chatear ninguém. Comecei a ter vergonha de mim mesmo, vendo que os meus textos não são iguais a tantos outros que se vê por aí. Todos pareciam perfeitos menos um - o meu, aquele pequeno blog, aquele blog de uma pessoa sofrida com a vida, aquele blog que parece que os textos são o mais horrível, o pior dos blogs que se podia encontrar. Os blogs que tenho lido são cheios de referências, matérias inteligentes, artigos para pensar, textos redigidos com concisão e bom humor, com escritores de alto nível, e mais uma vez via o meu, como algo de quinta categoria, sem teor algum que se aproveitasse escrito por um adolescente que nem saber escrever sabia.

O dia passou e agora estou a recordar esse acontecimento para este meu cantinho, um momento marcante da minha vida. Ok, pode parecer estranho, como esse momento pode ser tão importante, mas só quem o vive e com que sentimento o vive, a que poderá entender o porquê disso.

O intuito dos meus textos nunca foi ter quem os lesse, nem publicar um texto numa noite e na manha seguinte ter um montão de comentários cheios de incentivo. Se eles tiverem que vir, que o seja, mas não espero por isso como um menino espera o rebuçado que a mãe lhe prometera quando forem ao café.

Todo este meu blog serve-me de desabafo, um bom amigo que ouve e não fala, não me deita abaixo, não dá palpites sem eu pedir (nem de nada adiantaria pedir não é mesmo?).

Sei que a minha escrita tem demasiados erros, a sua construção frásica não é a melhor, mas isso tem de ser um impeditivo para parar de escrever? Escrevo porque sinto essa necessidade, porque é na escrita que transmito toda a raiva que tenho deste mundo, é na escrita que deixo as minhas fraquezas e renovo as minhas forças e ganho uma nova energia para encarar esta vida mundana. A opinião alheia caso seja com o intuito fincado em destruir-me, destruir o meu gosto por deixar aqui as minhas reflexões, os meus sentires e as minhas emoções, de nada terá mais efeito.

Vi que nem tudo o que fazemos tem de ser perfeito, apenas tem de ser feito com gosto.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O Meu Ódio....



Sentimentos: De forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam.

Raiva: Sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego sente-se ferido ou ameaçado. A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas.

Ódio: Sentimento intenso de raiva.

Fonte: Wikipédia

Três significados, dois deles englobados ao primeiro. Tanta gente critica a raiva e o ódio, sem se aperceber que todos os sentimentos possíveis e imaginários fazem parte do ser humano, e estes não são excepção. Se os sentimos não devemos despreza-los, pois têm uma lógica para a sua existência.

Hoje irei debruçar-me mais sobre o ódio, pois esse tal sentimento que tanto condenam, em que pessoalmente deixo-o entrar dentro de mim e faço uso do que ele me proporciona. E porque haveria de impedir que ele entrasse? Não é uma forma pura do sentir por parte do Homem?

Como já podemos constar nos significados expostos no inicio do texto, ódio é a transformação da raiva quando em demasia. E quem nunca sentiu raiva? Eu sinto e não me condeno por a sentir, onde muito menos temo as suas transformações, nem sinto o medo ou vergonha do julgamento alheio sobre esta forte sensação.

O ódio, o meu ódio, o ódio que sinto faz-me despreocupar o que acontece com os meus "inimigos", ou se quiserem ouvir por palavras mais dóceis, com as pessoas que de nada me importo - ou porque me fizeram mal ou a alguém de quem gosto muito; ou porque tentaram tirar de mim o que de mais me é precioso, tentar tirar de mim a minha felicidade, destruir os meus sonhos, as minhas ambições - de nada me interessa se o meu oponente é uma pessoa triste, solitária, se sofre ou se até morre. Nada me interessa o que é feito dele, apenas desejo que sofra mil vezes mais do que queria fazer-me sofrer. A morte é muito pouco para os meus adversários - não há sofrimento, não há o desespero, a aflição, a angustia...

Já estou a imaginar o que irão pensar de mim, o quanto irão pensar que sou uma pessoa desumana. Tudo vai para além de tudo o que possam imaginar. Este sentimento que usado em nosso beneficio cria algo de estrondoso... Poderia ser um grande fingidor, fingir tão bem ao ponto de mostrar o quanto era uma pessoa bondosa, que mostrasse paixão por todas as pessoas, que perdoasse quem sempre me quis mal! Coisa hipócrita tal fosse essa façanha que me possuísse. Falta de compaixão porque odeio é um sentimento de prazer e de concretização, e não um sentimento falso, não é querer viver agarrado ao vazio, de fingir ser e não ser, de enganar a razão e elevar o coração com o amor a quem não me respeita....

As minhas leis de vida são bem simples de entender: Quem me quer bem, em dobro lhe desejo; quem me quer mal, só me interessa que sofra, mas que sofra muito, que passe a vida a sofrer!

Antes de me despedir deste texto, gostaria de esclarecer tudo o que possam estar a pensar de mim. Não sou uma pessoa desumana, não sou uma pessoa cruel e que quer o mal de todos. Sou uma pessoa bem calma e serena, faço laços
de amizade muito facilmente, amo muitas coisas na vida e que são demasiado importantes para mim, em que nem me passa pela cabeça a ideia de as perder. Ser uma pessoa carinhosa como ser o pior inimigo, tudo depende de quem lida comigo.